Economia aquecida: turismo e serviços crescem no Paraná em 2025, aponta pesquisa do IBGE

O Paraná registrou um crescimento de 2,5% no setor de serviços em 2025 (acumulado de janeiro a setembro, no comparativo com o mesmo período de 2024). O turismo, que faz parte desse segmento, cresceu 5,8%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta semana. O Paraná registrou expansão em todos os segmentos, com destaque para serviços prestados à família (4,6%), como escolas de inglês e alimentação, serviços profissionais e administrativos (3,4%), como publicidade e marketing e serviços jurídicos, e serviços de transporte (2,2%), como ônibus urbano e intermunicipal, e táxi e transporte por aplicativo. O Paraná também acumula oito meses seguidos com resultados positivos no setor de serviços acima da mesma base comparativo de 2024. Em fevereiro, o setor evoluiu 4,6% (comparativo com fevereiro de 2024), e desde então o crescimento é perene: 1,9% em março, 1,3% em abril, 3,9% em maio, 2,5% em junho, 5,3% em julho, 2,9% em agosto e 1,5% em setembro. TURISMO – No turismo, o volume das atividades também registrou evolução positiva nos últimos meses, com destaque para maio (11,4%), junho (7%), julho (6,6%) e agora setembro (5,6%), dentro da mesma regra de análise com o mesmo mês do ano passado, o que indica forte movimentação de visitantes e aumento na demanda por serviços ligados ao turismo. A receita nominal do turismo paranaense apresentou avanço contínuo ao longo dos meses analisados. Em abriu, o crescimento foi de 10,6%, seguido por 13,4% em maio, 13,1% em junho, 11,1% em julho e agora 9,9% em setembro. A manutenção do crescimento ao longo de 2025 reforça a resiliência do turismo paranaense, resultado de políticas públicas voltadas à infraestrutura, qualificação profissional e promoção integrada dos destinos turísticos. O estado vem se destacando pela diversificação da oferta e pela capacidade de atrair visitantes durante todo o ano. “O Paraná tem demonstrado que o turismo não apenas se recuperou, mas vem se consolidando de forma sustentável. Os números da PMS confirmam que nossos esforços em estruturação, promoção e capacitação estão dando resultado, tornando o estado cada vez mais competitivo e atrativo para visitantes de todo o país”, afirmou o secretário de Estado do Turismo, Leonaldo Paranhos. Com a chegada do verão e o aumento do calendário de eventos regionais, a tendência é de continuidade do crescimento em receita e volume de atividades. A Secretaria de Estado do Turismo (Setu) aposta na interiorização do turismo, na integração entre os destinos e na qualificação dos serviços como pilares para garantir o desenvolvimento sustentável e ampliar o número de visitantes. Matéria Completa
Da maior à mais aquática: um tour sobre as curiosidades das Unidades de Conservação

Os parques estaduais administrados pelo Instituto Água e Terra (IAT) são quadros representativos da diversidade natural do Paraná. Há paisagens que vão de praias e manguezais a montanhas, campos e florestas, quase tudo encravado na Mata Atlântica. Atualmente, são 28 Unidades de Conservação (UCs) abertas à visitação. Refúgios de biodiversidade, destinos de lazer, pesquisa e educação ambiental que conectam milhares de visitantes à natureza em todas as regiões do Estado. Sobre elas, há muitas curiosidades. O IAT preparou um guia com algumas delas para reforçar o convite: conheça o patrimônio natural do Paraná. A UC MAIS VELHA O Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, é a Unidade de Conservação mais antiga do Paraná. Criado em 1953, é um dos mais impactantes cartões-postais do Estado. Famoso pelas formações rochosas de arenito, esculpidas pela ação dos ventos e das chuvas ao longo de 600 milhões de anos, além das Furnas e da Lagoa Dourada de águas cristalinas. Recentemente ele foi incluído na plataforma Natural Parks, da Embratur, que marca um novo capítulo na promoção internacional. Os Campos Gerais abrigam ecossistemas raros e espécies emblemáticas da fauna e da flora paranaense, como o lobo-guará, o tamanduá-bandeira e a jaguatirica. Além de suas belezas naturais, a região preserva a memória de comunidades tradicionais e da cultura tropeira. Serviço: Horário: de quarta a segunda-feira, das 9h às 17h. Entrada: a partir de R$ 60 A UC MAIS NOVA O Parque Estadual Ilha das Cobras, localizado na Baía de Paranaguá, é a Unidade de Conservação mais nova que poderá receber visitação, criada por decreto em 2018. Possui 52 hectares e foi criado para ser uma unidade de proteção integral, preservando um importante remanescente de Mata Atlântica e servindo como parada de tartarugas marinhas. O local, que antigamente funcionava como casa de veraneio de governadores, está em reforma para abrigar a futura Escola do Mar, um centro de educação ambiental e pesquisa que visa unir o saber tradicional caiçara à inovação e tecnologia. A MAIOR UC A maior Unidade de Conservação aberta ao público é o Parque Estadual Pico do Marumbi, com uma área de 8.745 hectares que atravessa três municípios :Morretes, Piraquara e Quatro Barras, margeando a Serra do Mar. Berço do Montanhismo no Brasil”, o local abriga picos históricos como o Pico Olimpo (1.539 m) e o Salto dos Macacos, além de trechos da histórica Ferrovia Paranaguá-Curitiba. Serviço: Horário: diariamente das 5h às 17h Entrada: gratuita A MENOR UC O Bosque Papa João Paulo II, em Curitiba, é uma área verde de 4,8 hectares encravada no núcleo político do Estado, o Centro Cívico. Inaugurado em 1980, celebra a presença polonesa na capital. Há, inclusive, um memorial dedicado à imigração dos europeus, com casas típicas de tronco de pinheiro em forma de aldeia. O parque também abriga a Capela à Virgem Negra de Czestochowa (padroeira da Polônia), um museu agrícola e exposições sobre a cultura, trajes típicos e artesanato polonês, como as famosas pêssankas – ovos pintados à mão em filigranas (especialmente para saudar a Páscoa). Serviço: Horário: diariamente, das 8h às 17h30 Entrada: gratuita A UC DIFERENTONA Originalmente criado como Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE), o Parque Estadual da Cabeça do Cachorro, fica em São Pedro do Iguaçu, na região Oeste, e tem 126,46 hectares. Idealizada para proteger um dos últimos remanescentes de Floresta Estacional Semidecidual Submontana da região, a UC tem esse nome em razão do formato da área, que se assemelha à cabeça de um cachorro. Serviço: Horário: de terça-feira a domingo, das 8h às 17h30 Entrada: gratuita A UC AQUÁTICA O Salto São Francisco é a principal atração do Parque Estadual Salto São Francisco da Esperança, reconhecido como a maior cachoeira do Sul do Brasil, com 196 metros de altura. Localizado entre Guarapuava, Prudentópolis e Turvo, o parque foi criado em 2010 e é um importante local de preservação da Mata Atlântica. Nesse contexto, a Ilha do Mel também aparece com vocação aquática pelas praias e surfe. Serviço: Horário: de quarta a segunda-feira, das 8h às 17h Entrada: gratuita A UC COM MONTANHA O Parque Estadual Pico Paraná é a unidade que protege a maior montanha do Sul do Brasil: o Pico Paraná, com 1.877 metros de altitude. Localizado entre Campina Grande do Sul e Antonina, o local abriga outras grandes elevações como os Picos Caratuva e Itapiroca, por isso é considerado o principal destino para montanhistas no Estado. Serviço: Horário: diariamente, com portaria 24h Entrada: gratuita Matéria Completa
Portos do Paraná inicia pavimentação em concreto na Conde Matarazzo, em Antonina

A Avenida Conde Matarazzo, uma das principais vias da cidade de Antonina, no Litoral, começou a receber nesta semana a pavimentação em concreto, parte da obra realizada pela Portos do Paraná. Os trabalhos iniciaram em julho deste ano, com a melhoria no sistema de drenagem. Para garantir a segurança dos usuários, o trânsito na Avenida Conde Matarazzo funciona no sistema “siga-e-pare” desde o dia 5 de novembro. Os motoristas são orientados por sinaleiros manuais e eletrônicos. As intervenções da Portos do Paraná, que também abrangem a Rua Engenheiro Luiz Augusto Leão da Fonseca, têm conclusão prevista para junho de 2026. A fiscalização é feita de forma conjunta pela Portos do Paraná, Prefeitura de Antonina e por uma empresa terceirizada contratada para dar suporte à atividade. O investimento de R$ 18,4 milhões vai revitalizar 4,6 quilômetros das principais vias do município. Na Avenida Conde Matarazzo, além da nova pavimentação em concreto, a obra contempla instalação de calçadas para pedestres, ciclovia, pontos de ônibus, sinalização viária e melhorias no sistema de drenagem. “O concreto é ideal para suportar o tráfego intenso dos caminhões que seguem para o Porto de Antonina”, afirma o diretor de Engenharia e Manutenção da Portos do Paraná, Victor Kengo. REABILITAÇÃO – A técnica de pavimentação em concreto, utilizada pela primeira vez pela Portos do Paraná, é chamada de whitetopping e consiste na reabilitação de pavimentos asfálticos, em que uma nova camada de concreto é aplicada sobre o asfalto existente. “É um material que oferece maior durabilidade e segurança em comparação ao asfalto, além de demandar menor custo de manutenção”, explica Kengo. A Prefeitura de Antonina foi responsável pela elaboração do projeto e acompanhou as sondagens do solo realizadas pela empresa contratada. A avaliação geotécnica, feita no início do ano, teve o objetivo de garantir a qualidade da pavimentação e orientar a escolha dos materiais e técnicas mais adequados para a execução da obra. PORTO EM CRESCIMENTO – Em 2024, o Porto de Antonina movimentou 1,9 milhão de toneladas de cargas, entre açúcar ensacado e a granel, fertilizantes e outros produtos. O volume representa um crescimento de 47% em relação a 2023, quando foram movimentadas 1,3 milhão de toneladas. Atualmente, o Porto de Antonina é um dos terminais administrados pela Portos do Paraná, empresa pública que possui a segunda maior movimentação portuária do Brasil e é hexacampeã em melhor gestão portuária do país, segundo avaliação do Governo Federal. Matéria Completa
Com apoio do MIT, Estado incentiva criação de corredor de inovação de Londrina a Maringá

O Governo do Paraná, por meio da Secretaria de Estado da Inovação e Inteligência Artificial (SEIA), participa nesta semana, no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, de um evento do Programa de Aceleração de Empreendedorismo Regional (MIT REAP), desenvolvido pela instituição, que tem sede em Boston. O encontro reúne representantes de diversas regiões do mundo em uma imersão sobre estratégias de desenvolvimento econômico baseadas em inovação e empreendedorismo. O Paraná participa do programa com um projeto voltado à aceleração do ecossistema de inovação do Norte do Estado, conectando Londrina e Maringá como polos complementares de um mesmo corredor tecnológico formando um “corredor da inovação”. A iniciativa é liderada pela SEIA e a secretaria estadual do Planejamento (SEPL), com o envolvimento de universidades, empresas, investidores e governos locais. O Instituto de Tecnologia de Massachusetts é uma das universidades mais reconhecidas do mundo, que lidera há 12 anos um trabalho voltado ao desenvolvimento econômico regional com base em inovação e empreendedorismo. O secretário da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, destacou a relevância da participação do Estado. “É um privilégio o Norte do Paraná estar entre as regiões selecionadas pelo MIT REAP. Esse programa já apoiou mais de 100 ecossistemas em todo o mundo e, nesta edição, reúne equipes de países como Suíça, Benin, México e Nigéria. Fazer parte desse grupo é uma grande oportunidade para avançar na articulação entre governo, universidades e setor produtivo, com base em metodologias de uma das instituições mais respeitadas globalmente”, afirmou. Durante três dias de atividades, as equipes regionais têm acesso a palestras, oficinas e mentorias com professores do MIT sobre o conceito de Empreendedorismo Orientado pela Inovação. A programação inclui diagnósticos regionais, trocas de experiências entre os participantes e o início da construção de indicadores estratégicos para o desenvolvimento do ecossistema local. A agenda também inclui visitas técnicas a centros de inovação de Boston e Cambridge, como o MIT.nano, dedicado à pesquisa em nanociência e nanofabricação; o MIT Sandbox, voltado ao fomento de startups com apoio financeiro e mentoria, e o MIT designX, que atua na aceleração de soluções para desafios urbanos e ambientais. O MIT REAP é reconhecido por oferecer a regiões de todo o mundo uma metodologia de aceleração econômica baseada na articulação entre cinco atores-chave: governo, universidades, empresas, investidores e empreendedores. Com mais de 50 ecossistemas já participantes, o programa promove o desenvolvimento sustentável e orientado pela inovação. Matéria Completa
Missão do Paraná na Hungria fortalece parcerias em tecnologia e agricultura

Uma comitiva do Governo do Paraná cumpriu nesta semana uma série de agendas na Hungria com o objetivo de estreitar laços de cooperação em pesquisa, inovação e ensino superior. Um dos focos é o desenvolvimento de parcerias estratégicas na área de agricultura e produção de alimentos, especialmente voltadas para tecnologias que promovam qualidade e segurança alimentar aos produtos paranaenses. A Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) foi representada na missão pelo secretário Aldo Nelson Bona e o assessor para Cooperação Internacional, Paulo Schmidt. Segundo o secretário, o Paraná e a Hungria possuem interesses e competências complementares. “O Paraná é um grande produtor de alimentos, enquanto a Hungria se destaca pelo desenvolvimento de tecnologias voltadas ao setor. Há uma grande possibilidade de cooperação que pode gerar inovação e valor agregado à produção paranaense”, afirmou Bona. As agendas com instituições húngaras foram articuladas pelo cônsul honorário da Hungria em Curitiba, Marco Aurélio Schetino de Lima, que também integrou a comitiva. VISITAS – A comitiva visitou o Instituto Experimental de Laticínios da Hungria, na cidade de Mosonmagyaróvár, que fica há cerca de 160 km de distância da capital Budapeste. O instituto é referência em pesquisa aplicada à cadeia produtiva do leite. O objetivo foi discutir parcerias com o Parque Tecnológico do Leite, que será implantado em Castro. Ainda em Mosonmagyaróvár, os representantes do Paraná estiveram na Universidade Széchenyi István, onde trataram de cooperação em agricultura de precisão. A instituição de ensino superior húngara, fundada em 1968, incentiva diversas políticas de internacionalização por meio de programas de intercâmbio. Em Budapeste, a comitiva visitou a Universidade Semmelweis, uma das mais renomadas instituições de ensino da Europa Central. O encontro abordou transferência de tecnologia aplicada aos setores agropecuário e de saúde. A agenda incluiu uma reunião com representantes da Fundação Mesterházy, que atua na promoção de alimentos saudáveis e inovação no setor alimentício. A missão também incluiu visitas à Universidade de Szeged, considerada a melhor universidade da Hungria, e à Universidade Eötvös Loránd (ELTE), fundada em 1635, uma das maiores e mais antigas instituições do país. Foram discutidas iniciativas de cooperação acadêmica e intercâmbio de estudantes paranaenses para o país. PARCERIAS – O Paraná firmou em 2023 uma parceria com o Consulado-Geral da Hungria, com sede em São Paulo, na área de tecnologia e inovação. A partir desse memorando de entendimento, o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) utilizou uma tecnologia húngara para desenvolver uma solução agrícola de controle biológico no Brasil. Matéria Completa
Antonina: Portos do Paraná inicia pavimentação em concreto da Av. Conde Matarazzo

A Avenida Conde Matarazzo, uma das principais vias da cidade de Antonina, no Litoral, começou a receber nesta semana a pavimentação em concreto, parte da obra realizada pela Portos do Paraná. Os trabalhos iniciaram em julho deste ano, com a melhoria no sistema de drenagem. Para garantir a segurança dos usuários, o trânsito na Avenida Conde Matarazzo funciona no sistema “siga-e-pare” desde o dia 5 de novembro. Os motoristas são orientados por sinaleiros manuais e eletrônicos. As intervenções da Portos do Paraná, que também abrangem a Rua Engenheiro Luiz Augusto Leão da Fonseca, têm conclusão prevista para junho de 2026. A fiscalização é feita de forma conjunta pela Portos do Paraná, Prefeitura de Antonina e por uma empresa terceirizada contratada para dar suporte à atividade. O investimento de R$ 18,4 milhões vai revitalizar 4,6 quilômetros das principais vias do município. Na Avenida Conde Matarazzo, além da nova pavimentação em concreto, a obra contempla instalação de calçadas para pedestres, ciclovia, pontos de ônibus, sinalização viária e melhorias no sistema de drenagem. “O concreto é ideal para suportar o tráfego intenso dos caminhões que seguem para o Porto de Antonina”, afirma o diretor de Engenharia e Manutenção da Portos do Paraná, Victor Kengo. REABILITAÇÃO – A técnica de pavimentação em concreto, utilizada pela primeira vez pela Portos do Paraná, é chamada de whitetopping e consiste na reabilitação de pavimentos asfálticos, em que uma nova camada de concreto é aplicada sobre o asfalto existente. “É um material que oferece maior durabilidade e segurança em comparação ao asfalto, além de demandar menor custo de manutenção”, explica Kengo. A Prefeitura de Antonina foi responsável pela elaboração do projeto e acompanhou as sondagens do solo realizadas pela empresa contratada. A avaliação geotécnica, feita no início do ano, teve o objetivo de garantir a qualidade da pavimentação e orientar a escolha dos materiais e técnicas mais adequados para a execução da obra. PORTO EM CRESCIMENTO – Em 2024, o Porto de Antonina movimentou 1,9 milhão de toneladas de cargas, entre açúcar ensacado e a granel, fertilizantes e outros produtos. O volume representa um crescimento de 47% em relação a 2023, quando foram movimentadas 1,3 milhão de toneladas. Atualmente, o Porto de Antonina é um dos terminais administrados pela Portos do Paraná, empresa pública que possui a segunda maior movimentação portuária do Brasil e é hexacampeã em melhor gestão portuária do país, segundo avaliação do Governo Federal. Matéria Completa
R$ 90 milhões: avançam obras em rodovias entre Francisco Beltrão e Dois Vizinhos

O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), avança nas obras de ampliação e restauração da PR-180 e PR-281 entre Francisco Beltrão e Dois Vizinhos, na região Sudoeste. O investimento é de R$ 90.849.999,00 para atender um total de 40,82 quilômetros. No momento, o principal serviço é a terraplenagem na PR-180 entre Francisco Beltrão e Dois Vizinhos, para ampliar a plataforma da pista. Isso vai permitir o alargamento das faixas de rolamento de 3,20 metros para 3,50 metros, pavimentação de acostamentos e implantação de seis segmentos de terceiras faixas nesse trecho. Estas melhorias e outros dois segmentos serão implantados também na PR-281, totalizando 9,10 quilômetros de faixas adicionais em pontos críticos. A obra prevê a restauração total do pavimento das duas rodovias, sendo 29,93 quilômetros da PR-180 e 10,89 quilômetros da PR-281, com serviços de fresagem do pavimento atual e aplicação de nova camada de pavimento asfáltico, e ainda uma camada mais superficial de pavimento asfáltico modificado em polímero. Em segmentos mais críticos será feita a reconstrução total da pista, desde a sub-base. Também serão implantadas novas sinalizações horizontal e vertical, instalados dispositivos de segurança viária, melhorado o sistema de drenagem de águas e realizados serviços complementares, como enleivamento e hidrossemeadura, entre outros. Nos locais com trabalhos em andamento ocorre a operação pare-e-siga, com usuários devendo seguir com cautela e atenção redobrada pelo trecho, obedecendo a sinalização provisória e orientações de funcionários, garantindo a segurança de todos. Os serviços começaram em setembro e devem ser concluídos no primeiro semestre de 2027. Matéria Completa
Ponte de Guaratuba chega a 80% de execução e obras seguem em ritmo acelerado

A Ponte de Guaratuba, a maior obra de infraestrutura em execução no Paraná, continua em ritmo acelerado e alcançou importantes marcos ao longo do mês de outubro, chegando a 80% de execução. O empreendimento já soma 173 metros de avanço no trecho estaiado, o mais emblemático da obra, e 596,9 metros finalizados no trecho pré-moldado. No trecho pré-moldado, foram concluídas 62 estacas (24 no estaiado e 38 no pré-moldado). Além disso, foram finalizadas 18 vigas travessas e lançadas 128 vigas longarinas, de um total de 142 já fabricadas. No trecho pré-moldado, as pré-lajes continuam a ser instaladas e 14 dos 23 vãos do tabuleiro já foram executados. “Estamos dentro do cronograma e acompanhando de perto a evolução dessa obra emblemática para o Litoral. Essa é uma intervenção que conecta definitivamente o nosso Litoral e que está sendo acompanhada em tempo real pela população. Em breve os dois trechos vão se conectar e a evolução ficará ainda mais clara”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “A Ponte de Guaratuba é uma obra histórica para o Paraná, tanto pela sua complexidade técnica quanto pelo impacto positivo que trará para toda a região litorânea. Estamos acompanhando de perto cada etapa com rigor e responsabilidade”, afirma o diretor-presidente do DER/PR, Fernando Furiatti. TRECHO ESTAIADO – O trecho estaiado da ponte, responsável por vencer o vão-livre de 160 metros sobre o canal de navegação da Baía de Guaratuba, avança com o método de balanços sucessivos. No apoio 4 já foram executados sete pares de aduelas, somando 92 metros, e no apoio 5, seis pares, totalizando 81 metros. O avanço acumulado nesse trecho chega a 173 metros dos 320 metros previstos. Também foram instalados cinco pares estais no apoio 4 e quatro pares no apoio 5. Os estais são cabos de aço tensionados que se ligam diretamente ao tabuleiro e às torres (mastros) da ponte. Eles sustentam o peso do tabuleiro, transportando as cargas verticais e horizontais para as torres, que por sua vez recebem essas forças e as transferem para as fundações. As obras do passeio e da ciclovia da ponte já começaram. Estão em execução as barreiras de concreto, ciclovias, calçadas e guarda-corpos. O espaço será separado da pista de rolamento por barreira de concreto e com guarda-corpos laterais de 1,30 metro de altura, garantindo segurança a todos os usuários sem comprometer a vista da baía. Foto: Rodrigo Felix Leal/SEIL Foto: Rodrigo Felix Leal/SEIL ACESSOS – Os acessos à ponte também seguem em execução nos dois lados. Do lado de Guaratuba, com aproximadamente 940 metros de extensão, foi intensificada a escavação do morro para adequação da rampa existente. Foram escavados 60 mil metros cúbicos de material e concluídas as contenções com solo grampeado, cortinas atirantadas e estacas raízes. A área total contida chega a 10 mil m². No lado de Matinhos, que conta com aproximadamente 880 metros de extensão, os trabalhos de terraplenagem, drenagem e pavimentação seguem em ritmo avançado. Também está em execução a estrutura da cabeceira da ponte, utilizando a técnica de solo reforçado com paramento em placas de concreto e reforços com geocompostos. Também foi realizada a realocação das cabines da operação do ferry-boat para liberar a continuidade das frentes de obra no local e garantir o avanço do cronograma. As obras no lado de Matinhos seguem em ritmo intenso, com movimentação constante de máquinas e trabalhadores ao longo da pista. Por isso, é fundamental que motoristas respeitem a sinalização, reduzam a velocidade e redobrem os cuidados ao trafegar pela região. Foto: Rodrigo Felix Leal/SEIL ACOMPANHE – A obra da Ponte de Guaratuba é uma iniciativa do Governo do Estado do Paraná, sob a coordenação do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), executada pelo Consórcio Nova Ponte. A construção pode ser acompanhada em tempo real através das câmeras de monitoramento. Basta acessar a página www.pontedeguaratuba.pr.gov.br. Matéria Completa
Obras de implantação do trilho digital do BUD na RMC avançam e estão na reta final

Iniciadas na última quinta-feira (06), as obras da Agência de Assuntos Metropolitanos (Amep) para implantação dos ímãs que guiarão o Bonde Urbano Digital – BUD devem ser concluídas na próxima semana. Serão 1,3 km de ímãs instalados, sendo 1 km na Rodovia Dep. João Leopoldo Jacomel e 300 metros no Terminal São Roque, em Piraquara. O objetivo é que o BUD possa demonstrar a tecnologia de guiagem autônoma em dois cenários distintos: o primeiro, em seu trajeto normal na rodovia; e o segundo, na chegada ao terminal. A utilização de ímãs confere ao sistema alta precisão de condução e manobra para embarque e desembarque. A implantação teve início com a marcação dos pontos que deverão receber os ímãs, feita com apoio de engenheiros topógrafos para garantir a precisão dos locais de instalação. Na sequência, foi iniciada a perfuração dos pontos. A perfuração é realizada por meio de brocas especiais, com aproximadamente 3,5 cm de diâmetro e 5 cm de profundidade. Após a colocação dos ímãs, o buraco é lacrado com uma resina especial. Ao todo, 1.300 furos serão realizados, considerando que os mesmos estão dispostos a cada 1 metro de distância um do outro. A instalação na rodovia tem sido realizada com o apoio do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), visto que uma das vias está bloqueada para o trânsito. Já no entorno do Terminal São Roque, equipes da Prefeitura de Piraquara auxiliam na segurança dos usuários e das equipes. Na terça-feira (12), equipes do projeto e do DER/PR concluíram um ajuste nas barreiras New Jersey instaladas na Rodovia Dep. João Leopoldo Jacomel, no cruzamento com a Av. Frei Rui Guido Depine, local que deverá ser utilizado pelo BUD para acesso ao Terminal São Roque, possibilitando que o veículo realize a curva com segurança. Já no município de Pinhais, as obras de requalificação da Av. Ayrton Senna da Silva, conduzidas pela prefeitura, deverão garantir mais conforto e segurança para a operação do BUD no local. Segundo o presidente da Amep, Gilson Santos, o BUD deverá iniciar sua operação em 2025. “Todo o projeto está sendo conduzido conforme o cronograma. Após a conclusão dos trabalhos para implantação da infraestrutura necessária, diversos testes deverão ser realizados antes do início da operação com passageiros. Mas acreditamos que, se todos os testes correrem bem, devemos iniciar a operação com passageiros ainda neste ano”, afirmou. BUD – O Bonde Urbano Digital terá capacidade para 280 passageiros e a tarifa será a mesma do sistema metropolitano, de R$ 5,50. O tempo de viagem também será semelhante ao atual, mas com mais conforto e menor impacto ambiental. Durante a fase de testes, os ônibus que fazem o trajeto entre as duas cidades continuarão operando normalmente. Com 30 metros de comprimento, ar-condicionado e operação bidirecional, o Bonde Urbano Digital pode atingir até 70 km/h, velocidade superior à dos ônibus do sistema BRT, e tem vida útil estimada em 30 anos, o triplo da dos veículos convencionais. O veículo é equipado com sensores, radares e câmeras que garantem rastreamento automático, orientação autônoma e proteção eletrônica ativa, oferecendo mais segurança nas vias, mesmo ao compartilhar espaço com outros veículos. Além de sustentável, o sistema apresenta um custo de implantação até três vezes menor que o de um VLT e pode ser implantado em um prazo de até um ano em vias de até 15 quilômetros. Desenvolvido pela empresa chinesa CRRC Corporation, o BUD tem despertado o interesse de outros estados e países pela combinação entre tecnologia de ponta, sustentabilidade e viabilidade operacional. A previsão é que a linha entre Pinhais e Piraquara comece a operar até o fim deste ano. Matéria Completa
Academia de Ciências Forenses completa seis anos dedicados à formação de peritos no Paraná

A Academia de Ciências Forenses (ACF) completa nesta quarta-feira (12) seis anos de atuação na capacitação e no desenvolvimento de profissionais da Polícia Científica do Paraná (PCIPR). Desde a sua criação, em 2019, a ela tem se consolidado como um espaço de conhecimento, inovação e integração entre ciência e segurança pública, contribuindo para o fortalecimento de perícias e da busca por provas técnicas. Ao longo dos últimos seis anos, a ACF se tornou referência na formação e aperfeiçoamento de peritos e técnicos com a promoção de cursos, pesquisas e parcerias com instituições nacionais e internacionais, resultando em uma formação sólida e atualizada aos profissionais. A Academia também estimula a troca de experiências e o avanço tecnológico na área forense, reforçando o compromisso do Paraná com a excelência e a credibilidade na produção de provas científicas. “Em um cenário onde o conhecimento e a tecnologia evoluem de forma acelerada. A Justiça precisa estar atualizada com técnicas avançadas para a obtenção de provas norteadas pelo rigor científico. Nesse sentido, a Academia se torna um pilar essencial para a excelência profissional e a credibilidade da justiça”, destaca o diretor da ACF, Alexandre Lara. “A capacitação oferecida pela academia vai além da simples aquisição de conhecimentos. Ela envolve a aplicação prática dos conceitos aprendidos em cenários reais.”, explica o diretor. “Os profissionais têm a oportunidade de simular situações de crime e praticar as técnicas de coleta, análise e interpretação de evidências. Essa prática direta permite que eles ganhem confiança em suas habilidades, aprendam a lidar com pressões e desafios do trabalho forense e desenvolvam a capacidade de tomar decisões com base em evidências”. INTEGRAÇÃO – Outro destaque é o papel da Academia na integração entre os profissionais da perícia e o meio acadêmico. Por meio de programas de mestrado e doutorado em parceria com universidades paranaenses, a ACF incentiva a produção científica e a pesquisa aplicada, aproximando a ciência forense do ambiente universitário. Essa aproximação fortalece o desenvolvimento de soluções inovadoras e contribui para a construção de um conhecimento técnico-científico, o que impacta diretamente a qualidade das investigações e a credibilidade diante de órgãos judiciais. PESQUISA E PRESENÇA INTERNACIONAL — Além de investir na formação contínua dos servidores, a Academia também tem ampliado sua atuação em pesquisa e inovação. Atualmente, a ACF coordena o Comitê Científico da Polícia Científica, com mais de 90 estudos em andamento, e conduz o maior curso de formação da história da instituição, que prepara 197 novos profissionais entre peritos e técnicos de perícia. A Academia também mantém parcerias com universidades e centros de pesquisa, fortalecendo o intercâmbio de conhecimento e o desenvolvimento de novas metodologias científicas. Nos últimos anos, a ACF marcou presença em missões internacionais nos Estados Unidos e na França, onde representantes do Paraná participaram de intercâmbios com instituições de referência mundial, como o FBI, o NIST e a Polícia Científica Francesa. “Essas iniciativas reforçam o papel da Academia de Ciências Forenses como um centro de excelência e inovação, comprometido em integrar ciência, tecnologia e justiça em benefício da sociedade paranaense e brasileira”, enfatiza o diretor da ACF Alexandre Lara. Matéria Completa