Estado realiza melhorias em três rodovias de Bandeirantes e Itambaracá

PR-436, PR-517 e PR-519 receberam os primeiros serviços de novo programa de conservação e manutenção do pavimento, ao longo de cerca de 34 quilômetros. O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), realizou os primeiros serviços do seu Programa de Manutenção e Conservação de Rodovias (ProMAC) em rodovias de Bandeirantes e Itambaracá, na região Norte. Cerca de 34 quilômetros de pistas receberam tapa-buracos emergencial, melhorando as condições de trafegabilidade e segurança para os usuários. São trechos da PR-436, que liga as duas cidades; da PR-519, acesso de Bandeirantes para o antigo Hotel Yara; e da PR-517, que vai de Itambaracá até o entroncamento com a PR-092, próximo a Andirá. As três rodovias pertencem ao lote 18 do ProMAC, que atende ao todo 250,61 quilômetros de pistas da região, um investimento de R$ 119.400.000,00, incluindo a PR-092, PR-151, PR-431, PR-436, PR-439, PR-517, PR-518 e PR-519. O lote beneficia diretamente os municípios de Andirá, Bandeirantes, Barra do Jacaré, Cambará, Carlópolis, Itambaracá, Ribeirão Claro e Santa Mariana, e permanece em atividades até fevereiro de 2029. PROGRAMA – O ProMAC prevê a conservação periódica, com serviços de fresagem, reperfilagem, microrrevestimento asfáltico e aplicação de camada de reforço em concreto asfáltico usinado a quente. Contempla, ainda, conservação de segurança ao usuário, com as soluções de remendos superficiais, remendos profundos, além da selagem de trincas com emulsão asfáltica e pó de pedra ou areia. Também estão incluídos a conservação dos acostamentos, melhorias no sistema de drenagem de águas, sinalização horizontal, tachas e tachões refletivos, e serviços complementares. Reportagem por: https://www.der.pr.gov.br/
Infraestrutura no Paraná: Um cenário inédito de investimentos e os desafios da gestão viária

Carlos Rego (INFRAVIA) analisa os investimentos inéditos no PR, critica entraves da atual lei de licitações e propõe novos modelos para destravar obras e fortalecer a engenharia local.
Obras do segundo lote da duplicação da Rodovia dos Minérios entram na reta final

O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) chegou nos meses finais da obra de duplicação do segundo lote da Rodovia dos Minérios (PR-092), em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba. Os serviços estão concentrados em finalizar as rotatórias conectadas à passagem inferior do viaduto no entroncamento com a PR-509 (Rodovia do Calcário), e na sequência conectar as novas vias marginais a essas rotatórias. Isso envolve ainda serviços de pavimentação e serviços complementares. A obra começa no km 14,3 da Rodovia dos Minérios e segue até o km 15,6, em um total de 1.280 metros. Ela contempla novo pavimento rígido de concreto na pista central, sendo duas faixas de rolamento em cada sentido de tráfego, separadas por barreira de concreto New Jersey, duas vias marginais de pavimento asfáltico, uma passarela para pedestres já construída, ciclovias e passeios para pedestres, nova sinalização e iluminação viárias, estas duas últimas em andamento. Assim que as rotatórias ficarem prontas, será feito o encaixe da nova pista de concreto com a pista existente de concreto, permitindo a liberação total do tráfego de veículos sobre o viaduto. A previsão é que isso aconteça até o final do ano, caso as condições climáticas sejam favoráveis. AREIAS – O DER/PR já está licitando a duplicação do próximo trecho da Rodovia dos Minérios, continuando a partir do final da obra atual e seguindo até o Jardim Areias, ainda em Almirante Tamandaré, em um total de 8,3 quilômetros. A pista central será de pavimento rígido de concreto, com duas faixas de tráfego em cada sentido, vias marginais de pavimento asfáltico, ciclovia, passeios. O trecho terá também um total de 13 novos viadutos, divididos em cinco localizações, a maioria deles construídos paralelamente, para atender os dois sentidos de tráfego. O primeiro trecho da duplicação, entregue em outubro do ano passado, tem 4,74 quilômetros, liga Curitiba ao perímetro urbano de Almirante Tamandaré, passando pelo Contorno Norte (PR-418). Matéria Completa
Perimetral Leste de Foz do Iguaçu terá nova interdição em rua municipal

O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) informa que será realizada a interdição do cruzamento da Rua Francisco Fogaça do Nascimento com a Perimetral Leste de Foz do Iguaçu, na região Oeste, a partir deste sábado (15) de manhã. A medida é necessária avançar com a pavimentação da perimetral neste local, bem como continuar os trabalhos no segmento entre esse cruzamento e o viaduto. Usuários deverão passar a Avenida Felipe Wandscheer, onde a passagem inferior do novo viaduto foi liberada recentemente, e a Avenida Maria Bubiak como nova rota. O acesso à Rua Nova Lima permanece sendo realizado por uma via marginal. O trecho estará devidamente sinalizado, orientando os condutores, que devem seguir com cautela e atenção redobrada durante o andamento da obra. OBRA – A Perimetral Leste de Foz do Iguaçu contempla a pavimentação de 14,7 quilômetros de rodovia nova, fazendo ligação entre a BR-277 e a nova Ponte da Integração Brasil–Paraguai. Estão incluídos no contrato duas aduanas e seis viadutos Matéria Completa
Diretor-presidente da Ceasa Paraná conquista prêmio global de mercado atacadista

O diretor-presidente da Ceasa Paraná, Eder Eduardo Bublitz, recebeu o prêmio Manager of the Year (Gestor do Ano), concedido pela World Union of Wholesale Markets (WUWM), durante conferência anual realizada em Bruxelas, na Bélgica. A entidade, que reúne mais de 200 mercados atacadistas de 50 países em cinco continentes, reconhece lideranças que se destacam por inovação, sustentabilidade e impacto no abastecimento alimentar global. Eder Eduardo Bublitz foi o primeiro brasileiro a receber a honraria. “Estou profundamente honrado. Este prêmio é fruto do trabalho de toda a equipe da Ceasa, permissionários, produtores e transportadores, e do Governo do Paraná. Mercados bem administrados são essenciais para levar alimentos saudáveis, sustentáveis e acessíveis a todos”, declarou. Sob comando de Bublitz, a Ceasa Paraná modernizou a logística, ampliou parcerias com agricultores locais e consolidou o programa Banco de Alimentos – Comida Boa, iniciativa da Ceasa Paraná com o apoio do Governo do Paraná que combate o desperdício e a insegurança alimentar. A unidade de Curitiba foi a primeira do Brasil a obter a certificação ISO 14001, por seu sistema de gestão ambiental. Em 2025, o selo foi estendido às Ceasas do interior do estado, localizadas em Maringá, Londrina, Cascavel e Foz do Iguaçu. “O reconhecimento do trabalho feito dentro da Ceasa Paraná abre portas para parcerias internacionais, intercâmbio de práticas e atração de investimentos. Para o setor atacadista brasileiro, o prêmio reforça a importância da profissionalização e da cooperação global”, complementou Bublitz. CEASAS – A Centrais de Abastecimento do Paraná – Ceasa Paraná, empresa de economia mista vinculada ao sistema Seab, da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, administra cinco unidades atacadistas em Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu. São municípios considerados estratégicos para a comercialização e abastecimento de hortigranjeiros no Estado. Operam nas cinco Ceasas do Paraná, 658 empresas permissionárias. Estão cadastrados junto aos Mercados de Produtores dessas unidades, 7.236 agricultores rurais – 1.784 ativos – que negociam diretamente suas produções em espaços próprios. São comercializados em média por ano, através das Ceasas do Paraná, cerca de 1 milhão 354 mil de toneladas de hortigranjeiros. Segundo a Divisão Técnica e Econômica – Ditec, as frutas, verduras, hortaliças e ovos comercializados nas unidades atacadistas das Ceasas do Paraná têm sua origem na produção agrícola, vindo de 327 municípios paranaenses, e de outros 1.308 municípios de 21 estados brasileiros, além de 10 países. As Ceasas do Paraná também dispõe de espaços específicos para a comercialização de flores, plantas ornamentais, aromáticas, medicinais, condimentares, frutíferas e insumos para jardins. Em Curitiba o Mercado de Flores tem área coberta de 1.725 metros quadrados. Os 20 permissionários ocuparam espaços entre 30 a 90 metros quadrados. O local tem ainda câmara fria, além de espaços diferenciados para café e produção de fotos e filmagens. Matéria Completa
Sanepar fará testes na semana que vem das sirenes instaladas na Barragem do Miringuava

A Sanepar fará na próxima semana testes de sonorização das sirenes instaladas na região da Barragem do Miringuava, em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba. O objetivo é verificar o perfeito funcionamento dos equipamentos que fazem parte das medidas de segurança adotadas na área mais próxima à barragem, chamada de Zona de Autossalvamento (ZAS). Eles devem ocorrer ao longo do dia, de segunda (17) a sexta-feira (21), das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30. O trabalho é executado em parceria com a Defesa Civil e o município de São José dos Pinhais. “Trata-se do disparo sonoro das sirenes e toda a população da ZAS já foi orientada sobre como será o procedimento. É importante reforçar que os testes são apenas de funcionamento e não de evacuação, os moradores não precisam sair de suas residências”, afirma o coordenador dos Sistemas Integrados de Abastecimento da Sanepar (Saic), Arion Garcia da Silva. Ele menciona que, além dos testes sonoros, periodicamente são feitos testes surdos das sirenes. “Também servem para atestar que os equipamentos estão 100% e, se for o caso, é feita manutenção”. Silva explica que serão testadas 16 sirenes, e lembra que a finalidade desses equipamentos é alertar a população em caso de alguma emergência. “Isso é previsto em lei e faz parte das medidas de segurança que visam garantir a eficiência do sistema de alerta da barragem e a tranquilidade dos moradores da região”, ressalta. Os alarmes são disparados pela Sanepar a partir da Estação de Tratamento Miringuava. A Zona de Autossalvamento, uma área de até dez quilômetros de distância a partir da barragem, é onde estão instaladas as 16 sirenes e em que também há seis rotas de fuga e pontos de encontro sinalizados. Em um raio de 28 km a partir da barragem, situa-se a Zona de Salvamento Secundário, que tem 35 rotas de fuga e pontos de encontro sinalizados. No entorno da barragem, moram cerca de mil famílias que estão cadastradas para receber mensagens de texto (SMS) e estão divididas em grupos de WhatsApp. SEGURANÇA E MONITORAMENTO CONSTANTE – A Sanepar tem uma complexa gestão de segurança e riscos de suas barragens, com Plano de Segurança de Barragem, Revisão Periódica de Segurança e Plano de Ação Emergencial. Há mais de dez anos a Companhia entrega aos órgãos de fiscalização, anualmente, registros de monitoramento, inspeção, operação e manutenção de suas barragens. A empresa opera quatro barragens no Paraná: Iraí, Piraquara I e II e Passaúna. Sua quinta barragem, a do Miringuava, deve armazenar quase 40 milhões de litros de água e foi projetada para aumentar a segurança hídrica da Região Metropolitana de Curitiba, com capacidade para atender pelo menos 650 mil pessoas. Membro do Comitê Brasileiro de Barragens (CBDB) desde 1997, a Sanepar foi a primeira empresa do Estado a entregar seu plano de segurança ao órgão fiscalizador. A Companhia possui ainda um convênio de cooperação técnica com a Itaipu Binacional, tendo em vista a troca de experiências em segurança de barragens no que diz respeito a monitoramento, inspeções, modelos computacionais e desenvolvimento de softwares. Dentro do pacote de medidas de prevenção e segurança, também foi feita, há exatamente um ano, a simulação de evacuação do entorno da barragem, com a participação dos moradores da região. O objetivo foi possibilitar que as pessoas soubessem como agir em caso de emergência, reconhecendo o som do alarme das sirenes, as rotas de fuga e os pontos de encontros próximos às suas residências. Matéria Completa
Economia aquecida: turismo e serviços crescem no Paraná em 2025, aponta pesquisa do IBGE

O Paraná registrou um crescimento de 2,5% no setor de serviços em 2025 (acumulado de janeiro a setembro, no comparativo com o mesmo período de 2024). O turismo, que faz parte desse segmento, cresceu 5,8%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta semana. O Paraná registrou expansão em todos os segmentos, com destaque para serviços prestados à família (4,6%), como escolas de inglês e alimentação, serviços profissionais e administrativos (3,4%), como publicidade e marketing e serviços jurídicos, e serviços de transporte (2,2%), como ônibus urbano e intermunicipal, e táxi e transporte por aplicativo. O Paraná também acumula oito meses seguidos com resultados positivos no setor de serviços acima da mesma base comparativo de 2024. Em fevereiro, o setor evoluiu 4,6% (comparativo com fevereiro de 2024), e desde então o crescimento é perene: 1,9% em março, 1,3% em abril, 3,9% em maio, 2,5% em junho, 5,3% em julho, 2,9% em agosto e 1,5% em setembro. TURISMO – No turismo, o volume das atividades também registrou evolução positiva nos últimos meses, com destaque para maio (11,4%), junho (7%), julho (6,6%) e agora setembro (5,6%), dentro da mesma regra de análise com o mesmo mês do ano passado, o que indica forte movimentação de visitantes e aumento na demanda por serviços ligados ao turismo. A receita nominal do turismo paranaense apresentou avanço contínuo ao longo dos meses analisados. Em abriu, o crescimento foi de 10,6%, seguido por 13,4% em maio, 13,1% em junho, 11,1% em julho e agora 9,9% em setembro. A manutenção do crescimento ao longo de 2025 reforça a resiliência do turismo paranaense, resultado de políticas públicas voltadas à infraestrutura, qualificação profissional e promoção integrada dos destinos turísticos. O estado vem se destacando pela diversificação da oferta e pela capacidade de atrair visitantes durante todo o ano. “O Paraná tem demonstrado que o turismo não apenas se recuperou, mas vem se consolidando de forma sustentável. Os números da PMS confirmam que nossos esforços em estruturação, promoção e capacitação estão dando resultado, tornando o estado cada vez mais competitivo e atrativo para visitantes de todo o país”, afirmou o secretário de Estado do Turismo, Leonaldo Paranhos. Com a chegada do verão e o aumento do calendário de eventos regionais, a tendência é de continuidade do crescimento em receita e volume de atividades. A Secretaria de Estado do Turismo (Setu) aposta na interiorização do turismo, na integração entre os destinos e na qualificação dos serviços como pilares para garantir o desenvolvimento sustentável e ampliar o número de visitantes. Matéria Completa
Da maior à mais aquática: um tour sobre as curiosidades das Unidades de Conservação

Os parques estaduais administrados pelo Instituto Água e Terra (IAT) são quadros representativos da diversidade natural do Paraná. Há paisagens que vão de praias e manguezais a montanhas, campos e florestas, quase tudo encravado na Mata Atlântica. Atualmente, são 28 Unidades de Conservação (UCs) abertas à visitação. Refúgios de biodiversidade, destinos de lazer, pesquisa e educação ambiental que conectam milhares de visitantes à natureza em todas as regiões do Estado. Sobre elas, há muitas curiosidades. O IAT preparou um guia com algumas delas para reforçar o convite: conheça o patrimônio natural do Paraná. A UC MAIS VELHA O Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, é a Unidade de Conservação mais antiga do Paraná. Criado em 1953, é um dos mais impactantes cartões-postais do Estado. Famoso pelas formações rochosas de arenito, esculpidas pela ação dos ventos e das chuvas ao longo de 600 milhões de anos, além das Furnas e da Lagoa Dourada de águas cristalinas. Recentemente ele foi incluído na plataforma Natural Parks, da Embratur, que marca um novo capítulo na promoção internacional. Os Campos Gerais abrigam ecossistemas raros e espécies emblemáticas da fauna e da flora paranaense, como o lobo-guará, o tamanduá-bandeira e a jaguatirica. Além de suas belezas naturais, a região preserva a memória de comunidades tradicionais e da cultura tropeira. Serviço: Horário: de quarta a segunda-feira, das 9h às 17h. Entrada: a partir de R$ 60 A UC MAIS NOVA O Parque Estadual Ilha das Cobras, localizado na Baía de Paranaguá, é a Unidade de Conservação mais nova que poderá receber visitação, criada por decreto em 2018. Possui 52 hectares e foi criado para ser uma unidade de proteção integral, preservando um importante remanescente de Mata Atlântica e servindo como parada de tartarugas marinhas. O local, que antigamente funcionava como casa de veraneio de governadores, está em reforma para abrigar a futura Escola do Mar, um centro de educação ambiental e pesquisa que visa unir o saber tradicional caiçara à inovação e tecnologia. A MAIOR UC A maior Unidade de Conservação aberta ao público é o Parque Estadual Pico do Marumbi, com uma área de 8.745 hectares que atravessa três municípios :Morretes, Piraquara e Quatro Barras, margeando a Serra do Mar. Berço do Montanhismo no Brasil”, o local abriga picos históricos como o Pico Olimpo (1.539 m) e o Salto dos Macacos, além de trechos da histórica Ferrovia Paranaguá-Curitiba. Serviço: Horário: diariamente das 5h às 17h Entrada: gratuita A MENOR UC O Bosque Papa João Paulo II, em Curitiba, é uma área verde de 4,8 hectares encravada no núcleo político do Estado, o Centro Cívico. Inaugurado em 1980, celebra a presença polonesa na capital. Há, inclusive, um memorial dedicado à imigração dos europeus, com casas típicas de tronco de pinheiro em forma de aldeia. O parque também abriga a Capela à Virgem Negra de Czestochowa (padroeira da Polônia), um museu agrícola e exposições sobre a cultura, trajes típicos e artesanato polonês, como as famosas pêssankas – ovos pintados à mão em filigranas (especialmente para saudar a Páscoa). Serviço: Horário: diariamente, das 8h às 17h30 Entrada: gratuita A UC DIFERENTONA Originalmente criado como Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE), o Parque Estadual da Cabeça do Cachorro, fica em São Pedro do Iguaçu, na região Oeste, e tem 126,46 hectares. Idealizada para proteger um dos últimos remanescentes de Floresta Estacional Semidecidual Submontana da região, a UC tem esse nome em razão do formato da área, que se assemelha à cabeça de um cachorro. Serviço: Horário: de terça-feira a domingo, das 8h às 17h30 Entrada: gratuita A UC AQUÁTICA O Salto São Francisco é a principal atração do Parque Estadual Salto São Francisco da Esperança, reconhecido como a maior cachoeira do Sul do Brasil, com 196 metros de altura. Localizado entre Guarapuava, Prudentópolis e Turvo, o parque foi criado em 2010 e é um importante local de preservação da Mata Atlântica. Nesse contexto, a Ilha do Mel também aparece com vocação aquática pelas praias e surfe. Serviço: Horário: de quarta a segunda-feira, das 8h às 17h Entrada: gratuita A UC COM MONTANHA O Parque Estadual Pico Paraná é a unidade que protege a maior montanha do Sul do Brasil: o Pico Paraná, com 1.877 metros de altitude. Localizado entre Campina Grande do Sul e Antonina, o local abriga outras grandes elevações como os Picos Caratuva e Itapiroca, por isso é considerado o principal destino para montanhistas no Estado. Serviço: Horário: diariamente, com portaria 24h Entrada: gratuita Matéria Completa
Portos do Paraná inicia pavimentação em concreto na Conde Matarazzo, em Antonina

A Avenida Conde Matarazzo, uma das principais vias da cidade de Antonina, no Litoral, começou a receber nesta semana a pavimentação em concreto, parte da obra realizada pela Portos do Paraná. Os trabalhos iniciaram em julho deste ano, com a melhoria no sistema de drenagem. Para garantir a segurança dos usuários, o trânsito na Avenida Conde Matarazzo funciona no sistema “siga-e-pare” desde o dia 5 de novembro. Os motoristas são orientados por sinaleiros manuais e eletrônicos. As intervenções da Portos do Paraná, que também abrangem a Rua Engenheiro Luiz Augusto Leão da Fonseca, têm conclusão prevista para junho de 2026. A fiscalização é feita de forma conjunta pela Portos do Paraná, Prefeitura de Antonina e por uma empresa terceirizada contratada para dar suporte à atividade. O investimento de R$ 18,4 milhões vai revitalizar 4,6 quilômetros das principais vias do município. Na Avenida Conde Matarazzo, além da nova pavimentação em concreto, a obra contempla instalação de calçadas para pedestres, ciclovia, pontos de ônibus, sinalização viária e melhorias no sistema de drenagem. “O concreto é ideal para suportar o tráfego intenso dos caminhões que seguem para o Porto de Antonina”, afirma o diretor de Engenharia e Manutenção da Portos do Paraná, Victor Kengo. REABILITAÇÃO – A técnica de pavimentação em concreto, utilizada pela primeira vez pela Portos do Paraná, é chamada de whitetopping e consiste na reabilitação de pavimentos asfálticos, em que uma nova camada de concreto é aplicada sobre o asfalto existente. “É um material que oferece maior durabilidade e segurança em comparação ao asfalto, além de demandar menor custo de manutenção”, explica Kengo. A Prefeitura de Antonina foi responsável pela elaboração do projeto e acompanhou as sondagens do solo realizadas pela empresa contratada. A avaliação geotécnica, feita no início do ano, teve o objetivo de garantir a qualidade da pavimentação e orientar a escolha dos materiais e técnicas mais adequados para a execução da obra. PORTO EM CRESCIMENTO – Em 2024, o Porto de Antonina movimentou 1,9 milhão de toneladas de cargas, entre açúcar ensacado e a granel, fertilizantes e outros produtos. O volume representa um crescimento de 47% em relação a 2023, quando foram movimentadas 1,3 milhão de toneladas. Atualmente, o Porto de Antonina é um dos terminais administrados pela Portos do Paraná, empresa pública que possui a segunda maior movimentação portuária do Brasil e é hexacampeã em melhor gestão portuária do país, segundo avaliação do Governo Federal. Matéria Completa
Com apoio do MIT, Estado incentiva criação de corredor de inovação de Londrina a Maringá

O Governo do Paraná, por meio da Secretaria de Estado da Inovação e Inteligência Artificial (SEIA), participa nesta semana, no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, de um evento do Programa de Aceleração de Empreendedorismo Regional (MIT REAP), desenvolvido pela instituição, que tem sede em Boston. O encontro reúne representantes de diversas regiões do mundo em uma imersão sobre estratégias de desenvolvimento econômico baseadas em inovação e empreendedorismo. O Paraná participa do programa com um projeto voltado à aceleração do ecossistema de inovação do Norte do Estado, conectando Londrina e Maringá como polos complementares de um mesmo corredor tecnológico formando um “corredor da inovação”. A iniciativa é liderada pela SEIA e a secretaria estadual do Planejamento (SEPL), com o envolvimento de universidades, empresas, investidores e governos locais. O Instituto de Tecnologia de Massachusetts é uma das universidades mais reconhecidas do mundo, que lidera há 12 anos um trabalho voltado ao desenvolvimento econômico regional com base em inovação e empreendedorismo. O secretário da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, destacou a relevância da participação do Estado. “É um privilégio o Norte do Paraná estar entre as regiões selecionadas pelo MIT REAP. Esse programa já apoiou mais de 100 ecossistemas em todo o mundo e, nesta edição, reúne equipes de países como Suíça, Benin, México e Nigéria. Fazer parte desse grupo é uma grande oportunidade para avançar na articulação entre governo, universidades e setor produtivo, com base em metodologias de uma das instituições mais respeitadas globalmente”, afirmou. Durante três dias de atividades, as equipes regionais têm acesso a palestras, oficinas e mentorias com professores do MIT sobre o conceito de Empreendedorismo Orientado pela Inovação. A programação inclui diagnósticos regionais, trocas de experiências entre os participantes e o início da construção de indicadores estratégicos para o desenvolvimento do ecossistema local. A agenda também inclui visitas técnicas a centros de inovação de Boston e Cambridge, como o MIT.nano, dedicado à pesquisa em nanociência e nanofabricação; o MIT Sandbox, voltado ao fomento de startups com apoio financeiro e mentoria, e o MIT designX, que atua na aceleração de soluções para desafios urbanos e ambientais. O MIT REAP é reconhecido por oferecer a regiões de todo o mundo uma metodologia de aceleração econômica baseada na articulação entre cinco atores-chave: governo, universidades, empresas, investidores e empreendedores. Com mais de 50 ecossistemas já participantes, o programa promove o desenvolvimento sustentável e orientado pela inovação. Matéria Completa